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Dentro da nossa missão, a Fundação Dreams Can Be procurar agir sempre em defesa das crianças desfavorecidas no Brasil. Essa página é um esforço da nossa parte para disseminarmos informações e pesquisas relevantes aos temas de trabalho social e tópicos relacionados, para todos aqueles que tiverem interesse. Embora este não seja de nenhum modo um trabalho compreensivo, esperamos que ofereça um ponto de vista diferente no conhecimento sobre a criança de rua, e jovens em situação de pobreza e de alto risco social.
Recursos Para Mais Pesquisas
I. Crianças em Situação de Rua no Brasil
I. Crianças em situação de rua no Brasil
Crianças em Violência Armada Organizada no Rio de Janeiro
Download do artigo em inglês (PDF format - 2.4MB)
Confinamento Cruel: Abusos Contra Crianças Sob Custódia no Nordeste do Brasil
Crianças Nas Ruas Do Brasil: Uso de Drogas, Violência e Riscos De Contaminação Pelo Vírus Da Aids
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Prostituição de Criança "em Alta" no Brasil
Das Crianças de Rua para todas as Crianças: Melhorando as oportunidades para crianças de comunidades de baixa renda
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Download do artigo em inglês (PDF format - 129Kb)
Crianças Fora de Lugar
O tema central desta rápida avaliação é o de investigar as piores formas de trabalho infantil: o envolvimento de crianças no tráfico de drogas em comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro (favelas). Este estudo procura explicar as variáveis do porque as crianças entram e fazem parte desta atividade.
Trajetórias de Vida de Crianças e Adolescentes que Moram nas Ruas do Rio de Janeiro
O documento apresenta algumas descobertas sobre as pesquisas realizadas por meio de um estudo sobre crianças de rua do Rio de Janeiro, as quais foram convencidas a participar pelos autores, juntamente com uma equipe de educadores de rua. O documento destaca as trajetórias de vida das crianças em termos de suas próprias percepções, representações e temas centrais, tais como a família, o processo que as fazem ir para as ruas e as suas vidas cotidianas nas ruas. Traz à discussão, seus relacionamentos quanto à formação de grupos e a interação das crianças com os adultos nas ruas, assim como o processo de formação de identidade na rua, a qual inclui as suas próprias percepções e a dos outros. As percepções das crianças sobre os aspectos positivos e negativos da rua e suas esperanças sobre o futuro são também assuntos analisados.
Download do artigo em Português (PDF format - 60Kb) Para tentar explicar o comportamento infrator de adolescentes foram estudadas as condições de socialização e re-socialização de 116 meninos institucionalizados em Natal. Foram analisados os discursos de 17 sujeitos, onde as condições de socialização foram marcadas pela pobreza e abandono e o comportamento delinqüente foi adotado como estratégia de sobrevivência. Os discursos reproduziram a ideologia dominante quando se referiam a si mesmos negativamente e atribuíam seu comportamento delinqüente a características pessoais. A trajetória de vida dos 17 meninos, dez anos após o internamento, confirma a ineficácia dos programas de re-socialização e a análise do contexto social mais amplo esclarece que as raízes do comportamento delinqüente encontram-se na exploração das classes trabalhadoras pelo modelo de acumulação capitalista adotado no Brasil.
Download do Artigo em Inglês (Word format
- 1,75 Mb)
II. Criança em situação de rua em Geral
Crianças de Rua, Direitos Humanos e Saúde Pública: Uma Crítica e Tendências Futuras
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Download do artigo em inglês (PDF format - 321Kb)
Esta revisão apresenta uma critica à literatura acadêmica e à Assistência Social das crianças de rua em países desenvolvidos, suportada por evidências extraídas de estudos sobre o problema dos sem teto em nações industrializadas. A virada para o século 21 dividiu um oceano de mudanças de perspectivas nos estudos relativos aos jovens de rua. Esta revisão examina cinco duros julgamentos da categoria “criança de rua” e de pesquisas que focam as características identificadas pelo estilo de vida nas ruas, mais do que as próprias crianças e a profundidade ou diversidade de suas reais experiências. Em segundo lugar, relata a mudança de abordagem para um forte discurso sobre os direitos humanos - a estrutura legal e conceitual fornecida pela Convenção dos Direitos das Crianças das Nações Unidas – com ênfase nos direitos das crianças como cidadãs, reconhecendo suas capacidades para promover mudanças em suas próprias vidas. Finalmente, este artigo examina a literatura focando especificamente os riscos a saúde associados ao estilo de vida nas ruas e de desabrigados. A avaliação de risco que atribui às crianças de rua na categoria de “em risco” não deveria obscurecer úteis abordagens analíticas focando no poder de recuperação das crianças e perspectivas de vida profissional em longo prazo. Esta resenha, desta forma, destaca algumas das questões práticas e acadêmicas desafiadoras, as quais têm sido suscitadas perante os atuais entendimentos sobre as crianças de rua.
Acompanhamento e Avaliação de um Projeto Para Crianças de Rua
Este manual é um trabalho complementar a coleção de práticas e abordagens sobre crianças de rua produzido em 2000. O Manual de Acompanhamento e Avaliação foi projetado para ser usado pelos educadores sociais, assim como qualquer outra pessoa que esteja trabalhando com as crianças de rua. Ele tem como objetivo fornecer ao usuário um entendimento sobre a importância do acompanhamento e avaliação do projeto de crianças de rua, identificar a vasta extensão de estratégias apropriadas para tal e, conseqüentemente, o desenvolvimento da confiança necessária para implementar as atividades de acompanhamento e avaliação. III. Crianças e outros aspectos
Convenção Sobre os Direitos das Crianças
Download do artigo em inglês (PDF format - 68Kb)
Em 20 de Novembro de 1989 as Nações Unidas adotaram a Convenção dos Direitos da Criança, um marco para os direitos humanos. Pela primeira vez foi produzido um tratado que procurou dirigir-se aos direitos humanos das crianças em particular e estabeleceu padrões mínimos para a proteção de seus direitos. Foi o único tratado internacional a garantir os direitos civis e políticos, assim como os direitos econômicos, sociais e culturais. A Convenção Sobre os Direitos da Criança é o tratado sobre direitos humanos com a maior aceitação mundial – de todos os países membros das Nações Unidas, somente os Estados Unidos e a arruinada Somália não o ratificaram. Os Estados Unidos continuam a liderar uma ação defensiva contra os Direitos Humanos da Criança, fazendo lobby contra futuras medidas propostas para proteger as crianças – recentemente contra os esforços para eliminar a possibilidade de existência de soldados crianças.
Nestes últimos dez anos, temos assistido um enorme crescimento da consciência sobre os direitos da criança. Muitos ativistas têm aprendido importantes lições de implementações bem sucedidas da Convenção Sobre os Direitos da Criança. Um dos pontos fortes da Convenção é que ela reconhece que os direitos têm que ser ativamente postos em prática para se fazer cumprir – conscientização não é suficiente. Embora os direitos das crianças ainda estejam longe de serem postos 100% em prática – temos uma ferramenta poderosa para campanhas para a proteção dos direitos humanos da criança com praticamente total aceitação mundial da Convenção Sobre os Direitos da Criança. O Brasil ratificou a convenção em 24 de setembro de 1990.
A Visão do Banco Mundial Sobre Infância Precoce
Este artigo explora a visão do Banco Mundial sobre a infância precoce como um exemplo da globalização da infância. Argumenta que o Banco exerce políticas econômicas neoliberais que exacerbam a diferença entre as nações ricas e pobres e entre ricos e pobres dentro dos países. Estas políticas afetam as vidas das crianças desfavoravelmente, mas são legitimizadas pelo Banco de diversas maneiras. O Banco alega possuir real interesse nos interesses das crianças e identifica a infância precoce como um terreno fértil para intervenções. Ele evoca as tradicionais noções Anglo-Americanas da família, comunidade e infância em sua justificativa para tais intervenções. O artigo explora as contradições inerentes destas políticas com respeito às crianças mais novas.
O Desenvolvimento Histórico do Sistema de Assistência Social da Criança na América Latina: Uma Visão Geral
Usando a Convenção dos Direitos da Criança como uma poderosa ferramenta legal, o movimento a favor dos direitos da criança na América Latina conquistou, na última década, significativos avanços na promoção dos direitos e assistência às crianças. Especificamente, uma medida de sucesso tem sido posta em prática nas reformas legais que objetivam ajustar as leis domésticas aos padrões indicados na Convenção. Entretanto, o reconhecimento dos direitos formais das novas leis não tem sido acompanhado pela melhoria de serviços às crianças dos setores mais pobres da sociedade, os quais compreendem a grande maioria das crianças na região. Até certo ponto, este atraso pode ser explicado pelas restrições estruturais que limitam o ritmo das reformas dentro do aparato da social, as heranças dos programas de ação institucionais do passado e as tendências ideológicas contraditórias introduzidas na construção social da infância em sociedades caracterizadas pela profunda desunião das classes. Desta perspectiva, este artigo tenta fornecer dicas históricas para a compreensão de alguns destes desafios encarados pela maioria dos sistemas atuais de assistência social para o bem-estar da criança na América latina.
Pesquisa com crianças: Igual ou diferente de pesquisas com adultos?
Entrevistando Crianças: Um guia para Jornalistas e outros
Aqui, você encontrará um extrato compreensivo de um livro publicado pela Save the Children (Salvem as Crianças) publicado no seu site; contém informações básicas sobre como entrevistar crianças e como encomendar o livro completo.
Relatorio de Monitoramento Global da EFA 2005: O Imperativo da Qualidade
Um Brasil Feito pra Criança Download the article in Portuguese (PDF format - 4Mb )
O propósito deste relatorio é de providenciar o apoio necessario para o monitoramento dos avanços em relação às Metas de Desenvolvimento do Milenio e como estas se relacionarão às crianças e adolescents brasileiras nos anos a seguir. Ele tenta também aumentar a transparência entre o governo e a sociedade brasileira, ao mesmo tempo que providencia a comunidade internacional com a oportunidade de monitorar a complacência com as metas enunciadas no documento das Nações Unidas chamada “Um mundo feito pra Criança” (WFFC).
Preparada pela Rede de Monitoramento Amiga da Criança (conhecida daqui para frente como Rede Amiga), este relatório se foca nas quarto areas WWFC (saúde, educação, proteção e HIV/AIDS) e tem o objetivo de revisar iniciativas e avaliar os recursos que o governo brasileiro precisará investir para alcançar estas metas. Ele busca providenciar uma referência para o processo de monitoramento que continuará até 2010, através da produção de relatorios relacionados ao progresso que o Brasil tem alcancado e à sua perspectiva de conseguir arcar com as Metas de Desenvolvimento do Milênio.
IV. Textos sobre Organizações para Fins não Lucrativos e Filantropia no Brasil e na América Latina
A Promesa do Terceiro Setor
Andres Pablo Falconer Centro de Estudos em Administração do Terceiro Setor, Universidade de São Paulo, 2000. Download do Arquivo em Português Esse artigo explica a historia atrás da formação do terceiro setor, internacionalmente e no Brasil. O autor começa descrevendo as motivações e as idéias atrás da formação do terceiro setor, e passa a explicar as razões atrás da fragilidaded deste setor no Brasil e por que ele continua a ter tamanha dificuldade em atingir às suas expectativas. A Iniciativa Privada e o Espiríto Público: Um retrato da ação social das empresas do Sudeste brasileiro. Anna Maria T. Medeiros Peliano, Coord. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Brasilia, Março 2000 Download do Arquivo em Português Este documento é o resumo dos resultados do projeto de pesquisa que investigou a situação de açao social Corporativa no Sudeste do Brasil. O documnento examina quais empesas participaram de ações sociais e quais foram suas motiavções por trás delas. Algumas descobertas interesantes incluem que a maioria das empresas preferem doar para organizações locais, e mostram uma preferência por projetos que lidam com crianças. Para ver os resultados de pesquisa em outras areas do Brasil, procure: http://www.ipea.gov.br/asocial/ Filantropia como um Investimento Social: Tendências e Perspectivas da Filantropia no Brasil Renato de Paiva Guimarães- Director of Communications of the Associação Projeto Roda Viva Rio de Janeiro, Brazil The City University of New York’s Center for the Study of Philanthropy, 1996 Download do Arquivo em Inglês Se organizações não governamentais pretendem exercer um papel de contrapartida ao governo e ao mercado, eles precisam prestar atenção às questões de transparência, visibilidade e responsabilidade. Mais que tudo é importante manter um contato profissional com a mídia e com representantes do governo e de negócios. Apesar dos fundos aparentemente limitados que hoje são direcionados ao setor não governamental no Brasil, fundos locais podem aumentar na medida que a economia se estabilize. Organizações não governamentais precisam estarem abertas a novas tendencies enquanto o setor cresce. Brasileiros não aproveitam Incentivos de Impostos Eduardo Szazi, Daniela Pais and Rebecca Raposo Alliance Extra - September 2004 Download do Arquivo em Inglês Incentivos fiscais existents para a doação a projetos sociais e culturais são subutilizados no Brasil. Este é um dos principais descobrimentos da pesquisa realizada recentemente pelo Grupo de Institutos, Fundações e Empresas, (GIFE) e patrocinada pela Fundação Ford. Essa pesquisa se preocupou principalmente com a legislação referente ao setor não governamental no Brasil, mas incluiu também comparações com regimes correspondents nos Estados Unidos, na Europa e em alguns outros Paises Latinoamericanos (Argentina e Mexico) para ver se exemplos alheios poderiam ser usados como base de uma estrutura legal melhorada para organizações no Brasil Um desafio para o Monstro: Novas Direções para a Filantropia Latinoamericana Andrés Thompson ReVista Harvard Review on Latin America Download do arquivo em Inglês (PDF format - 21Kb) O monstro do título se refere ao “bicho de sete cabeças” que uma organização não governamental na America Latina muitas vezes pode aparentar a ser. Thompson é um Argentino, que vê a dificuldade em harmonizar a teoria norte americana sobre a organização e a filantropia com a realidade caotica Latinoamericana e sua nascente democracia. Dando e Voluntariando nas Américas: de Caridadade à Solidariedad e Outono 2002 Download do Arquivo Escrevendo desde uma perspectiva histórica a respeito dos problemas com quais o terceiro setor de hoje se depara, o autor sugere que a batalha pelas não governamentais não se acabou, e advoga pela a necessidade do aprendizado continúo e pela experimentação. “A principal dificuldade nos dias de hoje é conseguir advogar com maior força pelas forcas de convergencia de mudanças sociais. O aumento de doações locais e da cultura do voluntariado são bons em si mesmos, más insuficientes para provocarem as desejadas e necessitadas mudanças na distribuição de riqueza. Vozes mais fortes e liderânca também precisam fazer parte do cardápio”. Em falar das ações das não-governamentais, políticas publicas e do setor privado, Thompson traz, além do seu excelente passado profisional alguns pontos importantes a serem pensados e talvez transformados em ações como soluçao dos problemas sociais de hoje. V. Favelas no Brasil Respostas brasileiras à violência e novas mediações: o caso do Grupo Cultural AfroReggae e a experiência do projeto "Juventude e Polícia" Download da Reportagem (documento em inglês)
O artigo discute aspectos das respostas brasileiras à violência urbana, focalizando tanto políticas governamentais de segurança pública como ações da sociedade civil. Identifica a inexistência de uma política nacional de segurança pública, indica experiências governamentais bem-sucedidas em estados e municípios e focaliza a atuação das polícias. Ao analisar as respostas da sociedade civil, destaca a experiência da campanha do desarmamento e o papel da mídia. O trabalho situa o surgimento de grupos de jovens de favelas organizados em torno de experiências culturais que, em vários aspectos, caracterizam-se como "novos mediadores" na sociedade. Esses grupos tematizam a violência e procuram construir novos estereótipos que dissociem os jovens de periferia das imagens de criminalidade. O artigo descreve em particular o caso do Grupo Cultural AfroReggae, do Rio de Janeiro, e a experiência-piloto em batalhões da Polícia Militar de Minas Gerais, o projeto "Juventude e Polícia". Argumenta-se que o Grupo AfroReggae é tipicamente um novo mediador, e que a iniciativa de realizar um projeto com a polícia abre novas perspectivas no campo da reduzida tradição participativa de organizações da sociedade civil na esfera segurança pública e em projetos de cooperação com a polícia.
Marginalidade: Do Mito à Realidade nas Favelas do Rio de Janeiro, 1969-2000 Download da Reportagem Janice E Perlman, uma antropóloga norte-americana, produziu esse relatório sobre o status das favelas do Rio de Janeiro e seus residentes baseada em pesquisa durando de 1969 a 2002. Tendo vivido em comunidades de favela no final da década de 60 e no meio da década de 70, ela oferece uma perspectiva unica e descrição detalhada das vidas de seus amigos e vizinhos. Em 1998, Perlman pode voltar ao Rio de Janeiro e re-estabelecer contato com um terço dos participantes de sua pesquisa original de 1969. Essa reportagem inclui descobertas preliminaries sobre sua recente pesquisa longitudinal e detalhes das mudanças não apenas nas vidas do participantes, mas também no status das Favelas do rio. A autora descreve cinco temas que tem observado nas communidades de favela desde 1969: novos significados de marginalidade, uma infraestrutura de medo, mobilidade com desigualidade, desilusão com a democracia e otimismo para o futuro. |
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